AVOA*18
O Brasil que os gringos gostam, 468km de trilha pela Amazônia, uma viagem de barco desde os Andes até Belém para a COP30, ilhas de arte no Japão e o novo jeito de entrar na Europa

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Na frase_
“Encaro minhas viagens como uma sina, porque detesto viajar e cada vez detesto mais.” João Ubaldo Ribeiro, escritor.
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Na COP30_

Durante 6 semanas o jornalista e escritor Kevin Rushby, do Guardian, viajou de barco desde os Andes até Belém, capital do Pará, onde está acontecendo a COP30.
O Brasil tem agora a Trilha Amazônia Atlântica, a maior trilha sinalizada da América Latina. Seu ponto de partida é o centro histórico de Belém. Com 468 quilômetros de extensão, ela é formada por sete trechos que atravessam 17 municípios, 13 áreas protegidas, inclusive sete unidades de conservação, e seis territórios quilombolas.
Um assunto pouco estudado no Brasil, a influência do turismo nas mudanças climáticas (e o contrário também), é matéria da Pesquisa Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).
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No olhar estrangeiro_

Vocês já devem ter reparado o quanto estão falando bem do Brasil lá fora. E não é só na política. No setor de viagens, ele também está por cima da carne seca. Vou dar aqui um exemplo: a revista Travel + Leisure escolheu o país como destino do ano de 2026 e dedicou a ele uma ampla edição.
Para começar, a matéria de capa é com Anitta. Ela conta que, quando criança, a viagem mais longa que fez foi até Arraial do Cabo, no litoral do Estado do Rio, a 2 horas de casa. Famosa, a cantora viaja por todo o mundo, mas diz que o que mais gosta é de voltar para seu Rio de Janeiro.
Um dos destaques foi a baiana Itacaré, que a revista define como “idílica e um dos destinos de praia mais subestimados do Brasil”. O outro é Paraty, “um dos refúgios mais tranquilos e encantadores do Brasil”.
Na edição, o jornalista carioca Aaron Randolph aponta 7 “tesouros escondidos” que, para ele, não estão em guias de viagem (O que não é verdade, mas são legais).
Ele também escreveu o “guia definitivo do Rio de Janeiro”, com passeios, programas noturnos, hotéis, bairros e, pasme, a Ilha Grande, que fica em Angra dos Reis mas que, para ele, “parece fazer parte da cidade”.
A escritora de viagens Jade Moyano, que viveu no Brasil e ainda o visita anualmente, escreveu o “guia privilegiado de São Paulo”, indicando Casa de Francisca, Museu Afro Brasil Emanoel Araújo e MASP. Ela também sugere passear pelo Centro, explorar o bairro de Pinheiros e a Vila Ipojuca que, diz Jade, tem tudo para virar a Vila Madalena dos anos 1990.
Brasília também está no roteiro da T+L como a cidade brasileira às vezes esquecida, mas que é “diferente de qualquer outra no país.” A T+L traz outras indicações bacanas mesmo para nós, brasileiros.
O boletim Drops Solares, inclusive, explica com cor e humor porque o Brasil voltou a ser hype.
Falando nisso, a Embratur lançou campanha sobre o Brasil para ser divulgada no Exterior.
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No Brasil_
A UNESCO reconheceu São Paulo como Cidade Criativa do Cinema.
Fernando de Noronha e Minas Gerais estão entre os melhores lugares para visitar na América Central e do Sul em 2026, segundo a CNTraveler.
A National Geographic explica porque 2026 será o ano para se conhecer a grandiosidade do Rio de Janeiro.
Na newsletter 360Meridianos, Rafael Sette Câmara conta como é o segundo maior parque arqueológico do Brasil
A Booking.com revela 8 destinos brasileiros que serão tendência em 2026. O lançamento das Previsões de Viagens da Booking.com para 2026, no Brasil, será nos dias 28 e 29 de novembro, em São Paulo.
Bombinhas, em Santa Catarina, que possui 5 praias com selo Bandeira Azul, começa a cobrar Taxa de Preservação Ambiental dos turistas que entram na cidade com veículos.
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Nos livros_

A ideia é ótima. Trinta e sete livrarias de São Paulo criaram o Mapa das Livrarias de Rua da cidade. Serão 40 mil exemplares distribuídos gratuitamente nas próprias livrarias, em espaços culturais e em eventos literários. O mapa possui endereços, informações, fachadas desenhadas de cada livraria e ganhará versão online. O projeto gráfico é do artista visual MZK e os desenhos são da ilustradora Isadora Ferraz.
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Nas ilhas_

A 1h30 voando de Tóquio ou em 3 horas de trem, a partir de Kioto ou Osaka, chega-se às “ilhas de arte” japonesas, onde estão expostas obras de arte contemporânea criadas por artistas renomados de todo o mundo. A AFAR indica a melhor maneira de visitar Naoshima, Teshima, Inujima, Shōdoshima, Megijima e Ogijima.
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Nas fronteiras_
Se você vai para a Europa, atenção: o EES, sistema que registra a biometria de quem entra no Espaço Schengen, está sendo implantado e modifica o processo de imigração. O Viaje na Viagem explica direitinho como ele funciona e como se preparar.
Aqui termina mais uma edição da AVOA.
Espero que tenha sido útil e/ou inspiradora.
Até a próxima!



Conheço o Norte muito menos do que eu gostaria.
Não conheço Belém. Mas tá no topo da minha lista!